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Liturgia diária › 15/04/2017

Domingo da da Páscoa

mortos 2516 de Abril de 2017

Cor: Branco

1ª Leitura (At 10,34a.37-43)

Comemos e bebemos com ele depois
que ressuscitou dos mortos.

Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias:
aPedro tomou a palavra e disse:
Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia,
a começar pela Galiléia,
depois do batismo pregado por João:
como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus
com o Espírito Santo e com poder.
Ele andou por toda a parte, fazendo o bem
e curando a todos os que estavam dominados pelo
demônio; porque Deus estava com ele.
E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez
na terra dos judeus e em Jerusalém.
Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia,
concedendo-lhe manifestar-se
não a todo o povo,
mas às testemunhas que Deus havia escolhido:
a nós, que comemos e bebemos com Jesus,
depois que ressuscitou dos mortos.
E Jesus nos mandou pregar ao povo
e testemunhar que Deus o constituiu
Juiz dos vivos e dos mortos.
Todos os profetas dão testemunho dele:
‘Todo aquele que crê em Jesus
recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’.’
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.


Salmo (Sl 117,1-2.16ab-17.22-23 (R.24)

R. Este é o dia que o Senhor fez para nós:
alegremo-nos e nele exultemos!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

 

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!*
‘Eterna é a sua misericórdia!’
Acasa de Israel agora o diga:*
‘Eterna é a sua misericórdia!’R.

A mão direita do Senhor fez maravilhas,*
a mão direita do Senhor me levantou,
Não morrerei, mas ao contrário, viverei*
para cantar as grandes obras do Senhor!R.

‘A pedra que os pedreiros rejeitaram,*
tornou-se agora a pedra angular.
Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:*
Que maravilhas ele fez a nossos olhos!R


2ª Leitura (Cl 3,1-4)

Esforçai-vos por alcançar as coisas
do alto, onde está Cristo.

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses 3,1-4
Irmãos:
Se ressuscitastes com Cristo,
esforçai-vos por alcançar as coisas do alto,
onde está Cristo, sentado à direita de Deus;
aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres.
Pois vós morrestes,
e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo,
então vós aparecereis também com ele,
revestidos de glória.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.


Evangelho (Jo 20,1-9)

Ele devia ressuscitar dos mortos.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
No primeiro dia da semana,
Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus,
bem de madrugada, quando ainda estava escuro,
e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.
Então ela saiu correndo
e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo,
aquele que Jesus amava,
e lhes disse: ‘Tiraram o Senhor do túmulo,
e não sabemos onde o colocaram.’
Saíram, então, Pedro e o outro discípulo
e foram ao túmulo.
Os dois corriam juntos,
mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro
e chegou primeiro ao túmulo.
Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão,
mas não entrou.
Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás,
e entrou no túmulo.
Viu as faixas de linho deitadas no chão
e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus,
não posto com as faixas,
mas enrolado num lugar à parte.
Então entrou também o outro discípulo,
que tinha chegado primeiro ao túmulo.
Ele viu, e acreditou.
De fato, eles ainda não tinham compreendido a
Escritura,
segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
– Palavra da Salvação.
– Gloria a Vós Senhor.


darciSanto Do dia

Santa Bernadete Soubirous

Bernarda, era o nome a filha de Francisco Soubirous e Luisa Casterot, nascida em 7 de janeiro de 1844, em Lourdes, uma região montanhosa da França, os famosos Pirineus. Mas era chamada pela forma carinhosa do nome no diminutivo: Bernadete. A família de camponeses era numerosa, religiosa e muito pobre. Desde a infância, a pequena tinha problemas de saúde em consequência da asma. Era analfabeta, mas tinha aprendido a rezar o terço, o que fazia diariamente enquanto cuidava dos afazeres da casa.

Numa tarde úmida e fria, Bernadete foi, junto com a irmãzinha e algumas companheiras, procurar gravetos. Tinham de atravessar um riacho, mas ela se atrasou porque ficou com receio de molhar os pés, quando ouviu um barulho nos arbustos, ergueu os olhos e viu uma luz, dentro da gruta natural na encosta da montanha. Olhando melhor, viu Nossa Senhora vestida de branco, faixa azul na cintura, terço entre as mãos, que a chamou para rezar. Era o dia 11 de fevereiro de 1858.

Quando chegaram em casa, a sua irmãzinha contou o ocorrido para os pais, que a proibiram de sair de casa. Bernadete chorou muito e adoeceu, então os pais deixaram que ela voltasse para lá. A aparição se repetiu, sete dias depois, quando Nossa Senhora lhe disse: “Não te prometo a felicidade neste mundo, mas no outro”. Voltou mais dezoito vezes, até 16 de julho, na gruta de Massabielle, nos montes Pirineus.

O pároco da diocese, no início, mostrou-se incrédulo quanto às aparições, por isso disse a Bernadete: “Peça a essa senhora que diga o seu nome”. A resposta foi: “Eu sou a Imaculada Conceição”. O que mais se admirou em Bernadete foi a sua modéstia, autenticidade e simplicidade. Compreendeu que tinha sido escolhida como instrumento para a mensagem que a Virgem queria transmitir ao mundo, que era a conversão, a necessidade de rezar o terço e o seu próprio nome: “Imaculada Conceição”.

Bernadete sofreu muitas e pesadas provações para ser acreditada em suas visões, que só os numerosos milagres confirmaram como obra divina. Enquanto o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes se tornava um dos lugares mais visitados pelos peregrinos do mundo e a água da fonte era considerada milagrosa pelos devotos, Bernadete se recolhia na sombra.

Ingressou na Congregação das Irmãs de Caridade de Nevers, sendo admitida no noviciado seis anos depois por motivo de saúde. Ao tomar o hábito definitivo, recebeu o nome de Maria Bernarda. Mas nunca recebeu um privilégio das irmãs, parecia que essa frieza fazia parte de sua provação. Sempre bem-humorada, trabalhou como enfermeira no interior do convento, depois foi sacristã. Contudo sua doença se agravou e ela viveu nove anos numa cama, entre a vida e a morte.

Rezava não para livrar-se do sofrimento, mas para ter paciência e forças para tudo suportar, pois queria purificar-se para poder rever Nossa Senhora. Bernadete morreu em 16 de abril de 1879. O papa Pio XI canonizou-a em 8 de dezembro de 1933, dia da Imaculada Conceição, designando sua festa para o dia de sua morte.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Calisto de Corinto, Júlia e Marçal.
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