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Liturgia diária › 17/06/2017

11º Domingo do Tempo Comum

doze18 de Junho de 2017

Cor: Verde

1ª Leitura (Ex 19,2-6a)

Vós sereis para mim um reino de
sacerdotes e uma nação santa.

Leitura do Livro do Êxodo
Naqueles dias, os israelitas,
partindo de Rafidim,
chegaram ao deserto do Sinai, onde acamparam.
Israel armou ali suas tendas, defronte da montanha.
Moisés, então, subiu ao encontro de Deus.
O Senhor chamou-o do alto da montanha, e disse:
‘Assim deverás falar à casa de Jacó
e anunciar aos filhos de Israel:
Vistes o que fiz aos egípcios,
e como vos levei sobre asas de águia
e vos trouxe a mim.
Portanto, se ouvirdes a minha voz
e guardardes a minha aliança,
sereis para mim a porção escolhida
dentre todos os povos,
porque minha é toda a terra.
aE vós sereis para mim um reino de sacerdotes
e uma nação santa.
Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.


Salmo (Sl 99,2.3.5 (R.3c)

R. Nós somos o povo e o rebanho do Senhor.

Aclamai o Senhor, ó terra inteira,
servi ao Senhor com alegria,*
ide a ele cantando jubilosos!R.

Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,
Ele mesmo nos fez, e somos seus,*
nós somos seu povo e seu rebanho.R.

Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,
sua bondade perdura para sempre,*
seu amor é fiel eternamente!R.


2ª Leitura (Rm 5,6-11)

Se fomos reconciliados pela morte do Filho,
muito mais seremos salvos por sua vida.

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos:
Quando éramos ainda fracos,
Cristo morreu pelos ímpios,
no tempo marcado.
Dificilmente alguém morrerá por um justo;
por uma pessoa muito boa,
talvez alguém se anime a morrer.
Pois bem, a prova de que Deus nos ama
é que Cristo morreu por nós,
quando éramos ainda pecadores.
Muito mais agora,
que já estamos justificados pelo sangue de Cristo,
seremos salvos da ira por ele.
Quando éramos inimigos de Deus,
fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho;
quanto mais agora, estando já reconciliados,
seremos salvos por sua vida!
Ainda mais:
Nós nos gloriamos em Deus,
por nosso Senhor Jesus Cristo.
É por ele que, já desde o tempo presente,
recebemos a reconciliação.
– Palavra do Senhor
– Graças a Deus.


Evangelho (Mt 9,36-10,8)

Jesus chamou seus doze discípulos e os enviou.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Naquele tempo:
Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,
porque estavam cansadas e abatidas,
como ovelhas que não têm pastor.
Então disse a seus discípulos:
‘A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Pedi pois ao dono da messe
que envie trabalhadores para a sua colheita!’
Jesus chamou os doze discípulos
e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus
e para curarem todo tipo de doença e enfermidade.
Estes são os nomes dos doze apóstolos:
primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão;
Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João;
Filipe e Bartolomeu;
Tomé e Mateus, o cobrador de impostos;
Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;
Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes,
que foi o traidor de Jesus.
Jesus enviou estes Doze,
com as seguintes recomendações:
‘Não deveis ir aonde moram os pagãos,
nem entrar nas cidades dos samaritanos!
Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!
Em vosso caminho, anunciai:
O Reino dos Céus está próximo’.
Curai os doentes, ressuscitai os mortos,
purificai os leprosos, expulsai os demônios.
De graça recebestes, de graça deveis dar!
– Palavra da Salvação.
– Gloria a Vós Senhor.


tioSanto Do Dia

São Gregório João Barbarigo

São Gregório João BarbarigoÉ o fundador da Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio.

Gregório João Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de setembro de 1625, numa família rica da aristocracia italiana. Aos quatro anos de idade ficou órfão de mãe, sendo educado pelo pai, que encaminhou os filhos no seguimento de Cristo. Foi tão bem sucedido que Gregório, aos dezoito anos de idade, era secretário do embaixador de Veneza.

Em 1648, acompanhou o embaixador à Alemanha para as negociações do Tratado de Vestefália, referente à Guerra dos Trinta Anos. Na ocasião, conheceu Fábio Chigi, o núncio apostólico, que o orientou nos estudos e o encaminhou para o sacerdócio.

Quando o núncio foi eleito papa, com o nome de Alexandre VII, nomeou Gregório Barbarigo cônego de Pádua; em 1655, prelado da Casa pontifícia e dois anos mais tarde foi consagrado bispo de Bérgamo. Finalmente, em 1660, tornou-se cardeal.

O papa sabia o que estava fazendo, pois as atividades apostólicas de Gregório Barbarigo marcaram profundamente a sua época. Dotou o seminário de Pádua com professores notáveis, provenientes não só da Itália, mas também de outros países da Europa, aparelhando a instituição para o estudo das línguas orientais. E fundou uma imprensa poliglota, uma das melhores que a Itália já teve.

Pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas populares e instituições para o ensino da religião, para orientação de pais e educadores. Num período de peste, fez o máximo na dedicação ao próximo. Cuidou para estender a assistência à saúde para mais de treze mil pessoas.

Gregório Barbarigo fundou, ainda, inúmeros seminários, que colocou sob as regras de são Carlos Borromeu, e constituiu a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio. Foi um dos grandes pacificadores do seu tempo, intervindo, pessoalmente, nas graves disputas políticas de modo que permanecessem apenas no campo das ideias.

Depois de executar tão exuberante obra reformista, morreu em Pádua no dia 18 de junho de 1697. Foi canonizado por seu conterrâneo, o papa João XXIII, em 1960, que, como afirmou no seu discurso na solenidade, elevou são Gregório João Barbarigo ao posto que ele merecia ocupar na Igreja.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Amando de Bordéus, Isabel da Alemanha e Marina.
Fonte:Franciscanos.org.com